sexta-feira, 11 de dezembro de 2009


Quem não deseja um dia poder praticar uma atividade radical sob a orla de um sol imponente, em um momento de lazer, com a família ou amigos, dispostos a desafiar os limites do corpo e da natureza?Mas muitos desconhecem as medidas de segurança que é preciso ter para que esse momento não acabe se tornando uma lastimável frustração e pondo fim ao almejável divertimento. Essa falta de preocupação do praticante inexperiente, pode ser fundamentada pela confiança adquirida no instrutor, mas não pode ser justificada, uma vez que estamos colocando literalmente nossas vidas nas mãos de um outro ser humano, que pode por alguma fatalidade vir a falhar.Sendo assim, é imprescindível, que antes de nos submetermos, a qualquer esporte que apresente qualquer risco, seja ele o menor que for, tomemos conhecimento da segurança dos equipamentos e da seriedade do profissional que nesse caso, deve ser altamente capacitado.Com o crescimento cada vez maior desse setor no ramo turístico, é comum o surgimento de inúmeras empresas que se propõem a propiciar divertimento “a todo o custo”, só que é preciso lembrar que na corrida pelo cliente no aquecido mercado, a maioria dessas, se formulam sem os mínimos padrões exigidos para seu funcionamento.Anualmente muitos acidentes, em sua maioria fatais, acabam acontecendo em projetos turísticos, que são desempenhados sem nenhum tipo de segurança para o praticante, que nesse caso não se dá conta pois esta em um estado de espírito afável com a experiência e nem se da conta que passa por alguma situação de perigo.Mas é claro, existem as exceções, empresas que são especializadas e regulamentadas para exercerem as atividades a qual se propõem, com responsabilidade e ética .Para que tudo corra nos conformes, é preciso uma serie de responsabilidades por parte da empresa, que deve estar habilitada para vender esse tipo de serviço dentro da legalidade,possuindo um seguro de acidentes pessoais e um registro na Direção Geral do Turismo, e por parte das autoridades locais, uma rígida fiscalização, sobre essa e principalmente sobre as áreas onde as atividades estão sendo praticadas.O que não se pode dispensar também são leis que exijam mais dos funcionários que acompanham as atividades, como por exemplo à capacitação dos monitores, o que não é encontrado na grande maioria.Procedimentos esses, que só vem a beneficiar a região turística por essas praticas, uma vez que a atividade turística bem praticada, é difundida de maneira positiva, sendo afamada no ramo , trazendo conseqüentemente a tranqüilidade que desperta a vontade dos turistas em se aventurarem com plena segurança, na vasta gama de atividades que acercam o turismo de aventura.